Não vou falar sobre eles porque uma googlada ajudará muito mais. Tenho só algumas considerações:
- Prédios: seja a antiga estação ferroviária, seja a mansão em Marais, a beleza arquitetônica ajuda no encanto mas pode tirar o foco. Se bem que arquitetura também é arte, né?
- Fotos: uma coisa que me irrita em shows é a pessoa mais preocupada na gravação/foto do que em aproveitar o momento. Depois nunca mais vê os vídeos. E nos museus? A pessoa olha a placa com o nome do pintor, bate a foto e vai embora. Nem para olha na cara da obra...
- Comida: o café do Museu Picasso tem a relativa tranquilidade de Marais como ponto de interesse, mas o Café Campana do D'orsay é tão espetacular que é alvo de tantas fotos quanto os quadros de Delacroix ou Van Gogh.
- Exposições: o D'orsay tem uma forte coleção permanente exposta no formato clássico (e até um pouco confuso); já o Picasso foi recém remodelado e oferece maiores possibilidades. Pena que as grandes obras do mestre espanhol não façam parte do acervo.
D'orsay: Na margem do Sena
Picasso: no coração do Marais
Nenhum comentário:
Postar um comentário