E a expectativa foi plenamente confirmada: a iguaria tem gosto de...nada.
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Made in Japan
A cultura japonesa de oferecer variedade em tudo que possa ser vendido aliada ao meu vício em consumir chocolate me obrigou a provar a versão tofu da benção divina que é o KitKat:
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Agradável surpresa em Frankfurt
Para fechar a viagem bem, enfim encontrei o meu lugar em Frankfurt. O Erbgut (das moderne wirtshaus) fica perto na área dos museus (Museumsufer) e o descobri após passar a tarde no Städel Museum, enquanto fazia hora para o voo de volta.
Pedi um mix das entradas da casa e um rumpsteak com batata coradas. E fui muito feliz. Além disso, como diria o meu amigo Seu Garçom: "É a cerveja mais rápida de Frankfurt". E sai de lá preparado para 12 horas de sono até chegar no Brasil.
Novas descobertas em A'dam
Acho que Amsterdam é a cidade européia que mais visitei. Até acham que seja por conta da liberalidade que a cidade propaga, mas o real motivo é que a influência holandês na história pernambucana é um tema que me fascina.
Hoje não vou fazer lista de atrações turísticas, só gostaria de pontuar três novidades nesta minha quinta visita a A'dam:
- O Rijskmuseum está lindo depois da reforma. Historicamente ele tem mais impacto que o Van Gogh - ponham isso na cabeça;
Foyer Rijskmuseum
- Vale a pena cruzar o canal atrás da estação central se trem para visitar o EYE, um museu audiovisual. Há um ferryboat gratuito para chegar lá. Tire fotos em uma escultura "I amsterdam" menos lotado do que o da Museumplein. Usufrua o café do museu com a incrível vista para o canal;
- Faça um passeio de barco. Nunca me animei pois andar a pé (já que não sei andar de bicicleta) sempre foi divertido, mas me arrependi de não ter visto a cidade a partir de outra perspectiva. Fui com o Reederij P. Kooij pois ganhei de presente, mas tem várias opções - inclusive mais perto da estação de trem. Só não esqueça de comprar algo para comer e/ou beber - são quase duas horas de passeio e muitas vezes eles não vendem nada.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Tailandês em Amsterdam
O White Elephant é um restaurante tailandês depois do Singelgracht, portanto fora do anel de canais - a área mais turística de Amsterdam. Descobri sua entrada espremida entre dois concorrentes indianos enquanto corria da chuva, pois já estava muito próximo do hotel que fiquei hospedado.
Tenho uma queda pela gastronomia do país asiático, o que me deixa mais rigoroso quanto ao que é servido.
A respeito da entrada eu pedi um mix das opções oferecidas.
Não me perguntem o que era, só sei de dizer que estava muito bom e o picante variava em nível 1 a 2 (em 5).
Escolhi como prato principal camarões com molho de tamarindo. Eles eram gigantes e não tem foto porque não consegui controlar meus instintos mais primitivos.
terça-feira, 31 de maio de 2016
Pensando por escrito
Após alguns dias em Paris, neste 2016:
- Não sinto falta de chegar em casa e a roupa estar cheirando a cigarro. Te amo, legislação brasileira anti-tabaco;
- Uma viagem boa é aquela que você machuca o pé (e se arrepende do calçado que trouxe);
- Os metrô estão cada vez mais globalizados - vi desde brasileiro tocando cavaquinho a indiano encantador de cobra;
- A minha cara, que dizem indicar ascendência árabe, é um cartão de visita para seguranças, guardas, policiais e afins mostrarem serviço. Certa feita fui o ÚNICO a ser revistado na chegada de uma viagem de trem. Desta vez fui o ÚNICO a abrir uma sacola em um local abarrotado de turistas.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Paris-Amsterdam via trem
Fui de trem de Paris para Amsterdam e já devo ter feito esse trajeto uma 12 vezes. BRINCADEIRA!!! Eu bem queria mas não foram tanto. Por que escrevi isso aqui? Para lembrar duas coisas:
- Neste trajeto o ticket pode ser impresso em casa e mesmo no vagão da segunda classe - tipo o meu - havia wifi grátis. Em outros trajetos a Rail Europe http://m.raileurope-world.com envia o ticket para sua casa. Então compre uns quinze dias antes de embarcar...
- Nunca, nunca, nunca, NUNCA saia do trem depois de ter entrado. Já tive uma experiência complicada na Itália quando foi necessário comprar uma nova passagem porque perdi o trem em decorrência de vício em Coca-cola Zero.
- Ninguém se preocupa com a mala durante as escalas. Mas, sei lá, sugiro ficar de olho...
Inspeção da bagagem para o trajeto Paris-Amsterdam pela Thalys
Tex-mex à parisiense
Comer em Paris jamais é um problema pois a cozinha francesa é universal e a cidade contempla todos os paladares. Como não sou nenhum gourmet, mas sim um glutão, qualquer lugar com a cara "boa" resolve meu problema.
Na ultima noite na cidade, cansado e com os pés machucados, preferi sentar em um dos restaurante 24/7 que cercam a Praça da República. Passei na frente deles várias vezes durante a estadia de três dias mas achei que o Indiana Café (http://www.indianacafe.fr/) tinha uma cara mais universal.
Cardápio tex-mex com pitadas francesas. Gostei da quesadilla de frango e queria saber se o steak tartar teria algo diferente. Frustração mode on pois era sem sal (e sem gema #chatiado). Só valeu pelas margaritas!
Em resumo: só vá se estiver em crise de abstinência por comida mexicana pasteurizada e sem toque local.
domingo, 29 de maio de 2016
Comer em Saint-Germain-des-Prés
Quando resolvi fazer a pé o trajeto do Panthéon até Museu d'Orsay vi muuuuuita dica de lugar para comer na região. Entretanto, terminei escolhendo pela empatia quando dei de cara com o Le Saint German.
Além de um terrine bem servido, o prato do dia me conquistou: filé de cervo macio com cremoso puré de batata. Junte a isso um bom serviço (sem careta quando você pede a senha do wifi e com indicação da saborosa cerveja local) e já tenho um bistrot parisiense para chamar de meu.
Indico para estadia em Paris
Optei por me hospedar no Crowne Plaza Paris - Republique. Usei a recompensa do meu programa de pontos no Hotels.com para ficar em um local bem provido de transporte, porém mais confortável que a média da hospedagem turística. Quem já pegou aquele três estrelas sem espaço para a mala ou duas pessoas no banheiro sabe o que estou falando.
O problema é que a Praça da República é um epicentro de manifestações na cidade, e como o noticiário informa, atualmente há uma situação conturbada entre governo e trabalhadores por modificações na legislação.
Alguns queridos ficaram preocupados e tentei ficar tranquilo. Nos arredores da praça há manifestantes em barracas e policiamento ostensivo. E há respeito à Lei do Silêncio.
Meu quarto ficava no primeiro andar e virado para a frente do prédio, porém não tive qualquer incômodo. Além disso, pequenos mimos fazem a diferença depois de um dia puxado de passeio, como chocolate quente disponível no quarto e aroma tranquilizante para o travesseiro.
Em resumo: indico a hospedagem.
sábado, 28 de maio de 2016
Enfim nos conhecemos por dentro
D'orsay e Picasso eram dois famosos museus de Paris que não constavam no meu currículo. Optei por entrar na Europa via Paris a fim de resolver essa questão.
Não vou falar sobre eles porque uma googlada ajudará muito mais. Tenho só algumas considerações:
- Prédios: seja a antiga estação ferroviária, seja a mansão em Marais, a beleza arquitetônica ajuda no encanto mas pode tirar o foco. Se bem que arquitetura também é arte, né?
- Fotos: uma coisa que me irrita em shows é a pessoa mais preocupada na gravação/foto do que em aproveitar o momento. Depois nunca mais vê os vídeos. E nos museus? A pessoa olha a placa com o nome do pintor, bate a foto e vai embora. Nem para olha na cara da obra...
- Comida: o café do Museu Picasso tem a relativa tranquilidade de Marais como ponto de interesse, mas o Café Campana do D'orsay é tão espetacular que é alvo de tantas fotos quanto os quadros de Delacroix ou Van Gogh.
- Exposições: o D'orsay tem uma forte coleção permanente exposta no formato clássico (e até um pouco confuso); já o Picasso foi recém remodelado e oferece maiores possibilidades. Pena que as grandes obras do mestre espanhol não façam parte do acervo.
D'orsay: Na margem do Sena
Picasso: no coração do Marais
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Vantagem de viajar sozinho
Eu adoro ser guia turístico de companheiros de viagem. As pessoas que já se aproveitaram dessa minha fraqueza sabem do meu esforço. Até porque viajar sozinho é chato, então sempre planejo com antecedência para ter ao meu lado o maior número de parceiros. Mas há uma, apenas uma, vantagem de estar "all by myself": usar audio-guia.

Hoje investi 4 euros para ouvir sobre os detalhes históricos e arquitetônicos do Panteão parisiense - além dos 8,50 do ticket de entrada. Foram quase duas horas que serão usadas quando voltar aqui acompanhado de alguma pessoa querida.
O Panthéon, ou Panteão, é ponto central do Quartier Latin
Sei tudo sobre a abóbada
Vou dar aula sobre o pêndulo de Foucault
Foie gras em Marais
Le favorite de Sam foi uma surpresa no caminho para Marais. Mesas da calçada cheias dão um bom sinal de popularidade que pode indicar qualidade. Pena que os defensores dos animais não provariam o delicioso foie gras com chutney de maçã...
Começando por onde se deve
Mesmo já tendo estado algumas vezes por Paris, há questões clássicas a resolver - como ver o Arco do Triunfo (e ter a sorte de ver uma sessão de homenagem militar), compras na Champs-Élysées, passear pelo Jardim das Tuileries e tirar foto na frente do Louvre.
Em maio/2016 há uma roda gigante em plena Praça da Concórdia. Por 12 euros você terá uma vista espetacular da cidade.
Praça da Concórdia 
Rio Sena e Torre Eiffel
Jardim das Tuileries e Museu do Louvre
Praça da Concórdia e Avenida Champs-Élysées
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